É tão evidente... não é?
Os meus movimentos descoordenam-se, não sei para onde passar a olhar, não me lembro do que digo e desconheço quem sou, quando estás perto.
Somos assim tão pouco diferentes?
O mundo das coincidências é terrível e eu, aliás, nós, tentamos não lhe dar muita importância, mas ele é assustadoramente expressivo.
Ignoremos. Sim, ignoremos, é o melhor que temos a fazer.
Vá, ajuda-me.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário